O Chalé Suiço ou Hotel Bergamin, junto da estação dos caminhos de ferro da Pampilhosa, foi mandado construir em 1886. Paul Bergamin era um emigrante Suiço. A arquitetura deste hotel deixa transparecer a influência do seu país Natal. O postal circulou entre Pampilhosa e Lisboa e terá sido colocado na caixa de correio de um comboio. O carimbo que possui leva-nos a esta conclusão.
Este postal mostra o jardim do hotel Bergamin. Circulou entre Pampilhosa e França. Tem a data de saída de 5 de Outubro de 1910.
Desenho de 1986 de Domingos Pires
A Batalha do Bussaco, a 27 de Setembro de 1810, foi determinante para travar o poderoso exército francês na terceira invasão francesa. As comemorações desta importante vitória, no concelho da Mealhada, teve o seu momento alto a 27 de Setembro de 2010.
Esta efeméride foi filatelicamente assinalada através da edição de um carimbo comemorativo, edição de quatro selos personalizados dos CTT, sobrescrito comemorativo e mostra filatélica no convento de Santa Cruz do Bussaco.
A secção foi presidida pelo senhor Governador Civil de Aveiro.
Integrada na comemoração dos 25º aniversário de elevação de Pampilhosa a vila, encontra-se patente ao público uma Mostra Filatélica na EB1 nº 1 da Pampilhosa. Simultaneamente decorrem outras exposições integradas nesta comemoração.
No dia 17 de Julho, pela 17 horas, foram editado quatro selos personalizados e respectivo sobrescritos, estes da iniciativa da Junta de Freguesia.
No período pré-adesivo são conhecidas cartas com o carimbo de "MIALHADA" entre 1828 e 1852.
A carta que reproduzimos data de Setembro de 1832 que circulou entre Mealhada e Figueira de Foz
O pão da Mealhada é uma das quatro maravilhas deste concelho. Os Correios de Portugal acabam de editar uma série de selos sobre o "Pão Tradicional Português", contemplando um deles ao pão da Mealhada.
Este pão tradicional de forma arredondada acompanha bem a outra maravilha de origem do concelho, nomeadamente, o " Leitão assado à Bairrada".
Uma feliz iniciativa dos CTT com a qual nos congratulamos.
A vila de Pampilhosa durante o século vinte, até cerca dos anos setenta teve uma importante industria de cerâmica, através das suas três fábricas. Muitos dos seus habitantes estiveram a ela ligada. Em homenagem, a todos os que trabalharam o barro, a Câmara Municipal de Mealhada perpetuou esta memória com um monumento.
Para assinalar filatelicamente esta memória, o Núcleo Filatélico e Numismático do concelho de Mealhada, tomou a iniciativa de editar um selo personalizado com data circulação a partir de 28.7-2009. Foi editado igualmente um sobrescrito comemorativo de lançamento desta iniciativa.
Dois selos com a mesma classificação, Trachodon , mas são visivelmente animais diferentes. Como os classificar?
O primeiro selo retrata um carnívoro aparentando ser um Tyranossaurus.
O segundo selo é na realidade um Trachodon, um hervívoro conhecido também pelo nome de Hadrossauro.
É preciso estar sempre atento quando se monta uma colecção, pois situações destas estão sempre a acontecer.
Ao abrigo do artigo sétimo, ponto quatro, dos estatutos do Núcleo Filatélico e Numismático do concelho de Mealhada, convova-se a Assembleia Geral para o próximo dia 23 de Maio, pela 15 h 30m, nas instalações do antigo Jardim de Infância de Pampilhosa ( junto dos Bombeiros Voluntárrios de Pampilhosa).
A ordem de trabalhos já foi enviada a todos os associados com as cotas em dia.
A Direcção
Por iniciativa dos CTT de Pampilhosa, está a decorrer, na estação dos Correios de Pampilhosa o lançamento de duas obras : Cerâmica Farmacêutica e Herança Africana.
O Núcleo Filatélico e Numismático participa neste certame, com a exposição de alguns selos ligados a África, nomeadamente referente à República da Guiné-Bissau.
Para além dos livros referidos e desta pequena Mostra Filatélica, poderemos ainda apreciar alguns utensílios antigos usados nas farmácias.
O escudo português foi reproduzido em trinta e nove tipos de moedas de vários valores com o cunho " República Portuguesa", isto é entre 1910 e 1999, tendo circulado até 2002.
Depois de 90 anos de bons e leais serviços prestado à nação, o " escudo" passou a espécime numismática.
Foi durante aquele período de tempo, o pano de fundo de uma maneira de ser português; um elemento de sabor dalinguagem; uma maneira de medir a passagem das gerações pelo preço das coisas. A despedida de um componente deste povo; o adeus aquele autentico elemento de identificação; o que continua a ponte entre gerações e um eco da vida quotidiana e que foi a malha da nossa vida material, da dos pais dos nossos avós, é sempre um acto carregado de simbolismo. As primeiras moedas circularam em Outubro de 1912 mantendo-se até 1999, ano em que, Portugal se tornou membro fundador da União Europeia económica monetária. Foi nesse ano que desapareceu o escudo como unidade monetária portuguesa, muito embora as sua moedas tivessem continuado em circulação até à transição do euro em 2002.
Luciano Ferreira
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